Rafa Kalimann, 31 anos, quebrou o silêncio sobre as acusações de preconceito contra religiões de matrizes africanas “Passei recentemente por um episódio bem doloroso, porque passou exatamente em um ponto que, para mim, é inquestionável. Passei por uma questão de intolerância religiosa, as pessoas mentiram e colocaram como uma fake news essa questão na minha vida”, disse ela, durante entrevista a um podcast. A polêmica aconteceu quando internautas apontaram que a influenciadora, que é evangélica, teria evitado cantar partes do samba-enredo que abordassem o Orixá Exu da Imperatriz Leopoldinense, escola de samba na qual iria desfilar como musa em 2025. Após a repercussão, a ex-BBB acabou deixando o posto.
Kalimann também afirmou ter sido vítima de calúnias. “Foi muito irresponsável, porque quando você cria uma mentira de forma sensacionalista envolvendo um tema tão sério e profundo e envolve a crença do outro, evolvem lugares que sofrem muito preconceito, é muito irresponsável. Esse tema me conduziu a refletir muito sobre isso”, acrescentou a influenciadora, explicando o motivo de ter evitado falar os temas. “A gente passa 40, 50 minutos cantando. É um tempo longo, e a gente precisa de fôlego. Nesses momentos, é normal parar de cantar alguns trechos do samba-enredo, até porque é um ensaio”, alegou. Segundo a influenciadora, ela ainda sofre com as “consequências disso”. “Mesmo provando o contrário, ainda tem gente que prefere acreditar na fake news”, completou ela, negando que a sua saída da escola tenha sido motivada pelo episódio: “Nada a ver. Mas as pessoas aproveitaram a fake news para criar essa narrativa também”.